Street photography, olhar atento e uma máquina fotográfica a mão, porque nunca se sabe o que pode passar pela frente.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Considerações da MOrsa

Mas como viver sem comunicação, então volto a pensar sobre o celular.
Adoro me relacionar, mas também valorizo meu controle sobre isso. Ligo o micro e me jogo em ferramentas sociais além do que poderia fazer no convívio real, mas desligo quando me encontro. Me abasteço na troca de informações e afetos enquanto a tecla brilha, e deu. Adoro os que me cercam mas odeio tudo que é invasivo, e percebo que pago, e caro, para ser monitorado, então, será que preciso mesmo deste instrumento?
(o resto)


Recebi o laudo depois de muitos dias, escrito a mão, inconcluso, inútil: "ausência de anormalidades", mesmo que o verso fosse um papel sujo reaproveitado, lixo como a dor da paciente, riscos de um exame de EEG, como mostra a imagem, talvez da disritmia cerebral do SUS local.
"Ausência de anormalidades" posteriormente e facilmente identificadas no pré-operatório que seguiu-se, como urgência pelo tempo perdido.

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