Entraremos em pausa temporária sem reflexões. retorno sem aviso prévio.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Tinha uma pedra no caminho...
Tinha uma pedra no caminho..., upload feito originalmente por Camafunga.
Aqui mesmo, enchi de atalhos, me perdi por seguir os sinais transmitidos como únicos e definitivos, com isso demorrei a discutir outras possibilidades e, por muito, o tempo parou de ter o seu sentido. As vezes me vejo por outros olhos, mais claros e libertos, mais do que alguns alheios que admirava como anárquicos. Tento ir além, mais que tento. Como a imagem que se interpreta pela arte, o entendimento pressupõe aceitação e vivência, as vezes indica, mas não se explica no contexto. Por isso me torno confuso apenas por tentar ver simples. Se deixo de andar em volta, ganho por descobrir caminhos, e mesmo sem as representações estabelecidas, indico o que manda o sentimento. Aqui me enchi de temas, subornei as regras para enfrentar problemas, ultrapassei o tempo pelo apesar e como até achar-me mais que um observador atônito.
domingo, 21 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Compromisso
Melhor, a falta dele. Observei por um tempo, de longe, estas crianças, viajei na memória e no desinteresse, minha total falta de responsabilidade por estar no meio de um trabalho sério, tão sério como o olhar do menino a tentar entender as complexidades alheias.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Sacarrolha, crônica de uma segunda a noite
O que poderia ser mais interessante do que reunir numa mesma noite, teatro, amigos velhos, novos amigos, família, música e culinária? Difícil não estar realizado ou muito bem com isso. Pois ontem, no Sacarrolha, teve espaço para tudo. Primeiro, depois de dias de recolhimento, saio de casa para a rua, e sem chuva! Comigo, Pedro filho abraçado em seu cavaco-banjo. O motivo: a apresentação dos alunos do curso de teatro da UFPel a pedido. Lá encontro Celso Krauze, músico conhecido que, além de dar uma canja, abre espaço para a cria pagodeira mostrar que se sai bem também com mpb improvisada. Algumas lembranças de infância por uma escola compartilhada, trazidas pelo Mauro, meu irmão, que antes de pegar na percussão, refresca a memória com histórias de criança, misturando o músico contemporâneo com relatos do passado. Celeste, amiga amada, faz presença, mesmo de início sonolenta, e desperta para a festa, já animada. Os de fé, e habituais, como Rosaura, Nina e companhia limitada, emprestam voz e alegria. E enquanto rola jazz e bossa na frente, ao fundo preparam o ambiente e também mudam os figurinos. Vão se chegando platéia e público, clientes e parcerias. Mais tarde, Vera e Primo. A arte com improviso nos coloca, todos meio confundidos, e representam alguns que cantam, e cantam outros com atuação e estilo. Volta a música e a boa conversa, até por fim, a culinária que fome lembra e anuncia. Enfim fecha a noite um prato fino, sem pensar que terça, não é domingo.Diário da MOrsa
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