Street photography, olhar atento e uma máquina fotográfica a mão, porque nunca se sabe o que pode passar pela frente.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Resgate

Meu pai foi um quase-jornalista, ou melhor, chegou a sê-lo mas por pouco tempo. No entanto manteve, nujma época em que a profissão não era acadêmica, uma boa biblioteca sobre o assunto. Lembro de um manual de comunicação de capa dura, bem ilustrado, que levava o nome do Pasquim. Ali, mesmo sem sair de casa, me acostumei com termos como offset, composição, lauda, etc. Também encontrava espalhados algumas radiofotos, como eram chamadas fotografias de baixa qualidade distribuidas pelas empresas como associated press, UPI entre outras, com curtas descrições no verso despertavam a imaginação além do que era mostrado. Hoje compreendo meu gosto pela internet, pela informação de internet, um avançar daquilo que me era oferecido. Mas  não segui carreira, nem nada que corresponda, até o surgimento destas novas ferramentas, que voltaram a estimular a curiosidade daquele menino.

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