Street photography, olhar atento e uma máquina fotográfica a mão, porque nunca se sabe o que pode passar pela frente.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sacarrolha, crônica de uma segunda a noite

O que poderia ser mais interessante do que reunir numa mesma noite, teatro, amigos velhos, novos amigos, família, música e culinária? Difícil não estar realizado ou muito bem com isso. Pois ontem, no Sacarrolha, teve espaço para tudo. Primeiro, depois de dias de recolhimento, saio de casa para a rua, e sem chuva! Comigo, Pedro filho abraçado em seu cavaco-banjo. O motivo: a apresentação dos alunos do curso de teatro da UFPel a pedido. Lá encontro Celso Krauze, músico conhecido que, além de dar uma canja, abre espaço para a cria pagodeira mostrar que se sai bem também com mpb improvisada. Algumas lembranças de infância por uma escola compartilhada, trazidas pelo Mauro, meu irmão, que antes de pegar na percussão, refresca a memória com histórias de criança, misturando o músico contemporâneo com relatos do passado. Celeste, amiga amada, faz presença, mesmo de início sonolenta, e desperta para a festa, já animada. Os de fé, e habituais, como Rosaura, Nina e companhia limitada, emprestam voz e alegria. E enquanto rola jazz e bossa na frente, ao fundo preparam o ambiente e também mudam os figurinos. Vão se chegando platéia e público, clientes e parcerias. Mais tarde, Vera e Primo. A arte com improviso nos coloca, todos meio confundidos, e representam alguns que cantam, e cantam outros com atuação e estilo. Volta a música e a boa conversa, até por fim, a culinária que fome lembra e anuncia. Enfim fecha a noite um prato fino, sem pensar que terça, não é domingo.

Diário da MOrsa

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