Street photography, olhar atento e uma máquina fotográfica a mão, porque nunca se sabe o que pode passar pela frente.

terça-feira, 1 de julho de 2008


Repetem-se as histórias e não vejo saída para a realidade, com alguma sensibilidade extrapolo.
Sem vontade, atendi as chamadas, e tento guiar com meus olhos o sentido que é dado por outras guias, setas e destinos. Deixo de ter piedade por quem não quer que tenha, esqueço de me encontrar apesar da semelhança e das verdades. Se somos mesmo unidos por essa similitude onde fica a experiência que me diferencia? Canso de pensar que a vida seja poesia e me dirijo para outras prosas sem a tua companhia. Somos todos cômpar e eu a compor uma comédia vazia, firmada como exclusiva terapia, unicista e reflexiva. Pena, somos todos iguais neste horizonte, mas diferentes em tudo por trás dos montes.

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